quinta-feira, 23 de março de 2017

“Mulheres na competição…”

Vanessa está na lista para Quarteira

Integra a convocatória da Federação

Por: Ana Paula Marques

Foto: Lusa

Vanessa Fernandes (Benfica) integra a convocatória da Federação de Triatlo de Portugal (FTP) tendo em vista a participação na Taça da Europa de Quarteira, a 1 e 2 de abril. Contudo, a presença da vice-campeã olímpica na prova ainda carece de confirmação, devido a estar a recuperar de uma lesão na anca. "Talvez daqui a uns dias já possamos ter mais alguma coisa de concreto", disse-nos o treinador Lino Barruncho. Caso venha a participar, será o regresso oficial de Vanessa, após seis anos de ausência, ainda que tenha participado no fim-de-semana, em Altura, numa prova de estafetas mistas pelo seu clube.
Na lista de 31 atletas, entre elites e juniores, estão outros olímpicos, como João Pereira e Miguel Arraiolos, bem como Melanie Santos, que ficou perto da qualificação para o Rio’2016. Todos são candidatos a bons resultados, principalmente Pereira, 5º nos JO do Rio, e 6º já este ano na 1ª prova das World Series, em Abu Dhabi.
Nos convocados não está o nome de João Silva, que na mesma data participa na Taça do Mundo de New Plymouth, na Nova Zelândia.

Fonte: Record on-line

quinta-feira, 16 de março de 2017

“Mulheres campeãs, garra na competição…”

Vanessa Fernandes: «Paixão que tenho pelo triatlo não me deixa largá-lo ainda»

Atleta do Benfica regressou à modalidade após experiência no atletismo

Por: Lusa

Foto: Lusa

Vanessa Fernandes regressou ao triatlo por ter cedido, finalmente, à evidência de que a sua história com a modalidade não estava resolvida e, embora tenha recusado revelá-los, assumiu à Lusa ter grandes objetivos para o futuro.
"Havia sempre ali algo dentro de mim que dizia: 'será que devo tentar novamente? Devo experimentar novamente?' O pensamento do triatlo nunca me saiu da cabeça. Se fosse uma coisa que estivesse completamente arrumada, era uma coisa, mas quando estava a fazer atletismo ou fazia uma maratona sentia que havia ali alguma coisa que me faltava realizar. Ainda mexia muito comigo. A paixão que tenho pelo triatlo não me deixa largá-lo ainda", confessou em entrevista à Agência Lusa.

O 'clique' para a decisão aconteceu no mais improvável dos cenários, os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro (Brasil), onde esteve como suplente da maratona e como espetadora do triatlo. "Acabei por começar a ter ainda mais dúvidas sobre voltar. E foi em outubro que assumi mesmo aquilo que queria fazer. Foi nessa altura que tomei mesmo a opção de avançar", especificou.
Vanessa Fernandes é taxativa a afirmar que o regresso ao triatlo não representa um ajuste de contas com a modalidade, mas sim um retorno ao que sempre gostou de fazer.
"Não tem nada a ver com um ajuste de contas. Voltei, estou cá e quero fazer triatlo porque gosto deste desporto, dá-me um prazer enorme fazer este desporto. Tenho objetivos muito grandes que quero mesmo realizar ainda, porque sinto que isto sou eu. Não consigo estar a fugir a isto neste momento", reconheceu na conversa que decorreu na Quinta da Marinha, em Cascais.
No entanto, apesar de mencioná-los, a atleta do Benfica não quer, para já, revelar quais são os seus objetivos para a nova fase da sua carreira -- levanta o véu só para dizer que, caso esteja bem, quer marcar presença, em junho, na etapa de Leeds (Reino Unido) do Mundial de Triatlo.
"Neste momento, estou a gozar e a desfrutar daquilo que eu sou e daquilo que gosto de fazer. Estou a iniciar o meu trabalho, a organizar novamente toda a minha vida. Os objetivos irão surgir, e à medida que forem surgindo também vou sendo cada mais ambiciosa. Tenho os meus sonhos, isso tenho, só que por enquanto eles ficam para mim. Na altura que achar que posso afirmar perante todos quais são, irei fazê-lo", argumentou, rejeitando falar de uma hipotética nova medalha olímpica.
"O meu objetivo, neste momento, é estar nos Jogos Olímpicos de Tóquio2020. Esse é o meu objetivo principal. Não é principal, é um dos meus sonhos. Mas até lá vou ter várias provas, vários campeonatos do mundo, campeonatos da Europa, diferentes distâncias também de triatlo. Em quatro anos pode passar-se muita coisa. Não vão ser só os Jogos daqui a quatro anos que me vão fazer sentir realizada. É muito mais do que isso", completou.
Seis anos depois de interromper a carreira e sete depois de confessar que tinha perdido o prazer de competir, Vanessa Fernandes reencontrou-o.
"Acho que competir sempre foi o que me deu mais prazer, muito mais do que treinar. O ter deixado de ter prazer na competição aconteceu por vários motivos. Agora, a competição é aquilo que mais ambiciono. É onde tu passas para outro patamar no trabalho que estás a fazer, é onde tudo pode mudar na tua maneira de estar e na tua própria vida. É um confronto grande que tens contigo mesmo", analisou.
Aos 31 anos, a triatleta enfrenta um novo desafio na carreira, agora sob a batuta de Lino Barruncho, um treinador "ambicioso", "que se entrega muito ao treino, que acompanha muito o atleta, que se preocupa muito para além de como o atleta está a nível físico".

Fonte: Record on-line

“Mulheres campeãs, garra na competição…”

Vanessa Fernandes coloca maratona em 'stand by'

Triatleta gostava de estar na alta competição mais dez anos

Por: Lusa

Foto: Lusa

Vanessa Fernandes admitiu à Lusa que a maratona é uma opção que está em 'stand by' na sua carreira, à qual poderá regressar caso se concretize o desejo de competir pelo menos mais dez anos.
"Se calhar, [a maratona] fica em 'stand by'. Se calhar, vejo-me daqui por uns anos a fazer maratonas. Isso não ponho de parte. No mínimo, já tenho a experiência e já sei o que aquilo é. Fiquei com essa sensibilidade no corpo e sei o que sou capaz de fazer", admitiu a triatleta de 31 anos.

A história de Vanessa Fernandes na maratona dificilmente poderia ter sido mais bem-sucedida: na sua estreia, em Valência, atingiu o mínimo olímpico, que lhe valeu o lugar de suplente nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro (Brasil).
"Talvez com uma preparação mais específica possa fazer um resultado um bocado melhor. Mas isso logo vejo. Neste momento, estou completamente focada naquilo que estou a fazer", acrescentou.
Suplente não utilizada na maratona olímpica, a atleta do Benfica disse à Lusa não ter questionado a opção de Sara Moreira e Jéssica Augusto, que abandonaram no decurso da prova com problemas físicos.
"Pensei apenas que elas tinham o direito de estar na posição em que estavam e que tinham direito de usufruir e abordar da maneira que quisessem aquela prova. Aquele lugar era delas e, independentemente de haver suplente ou não, eram elas que tinham de decidir se queriam iniciar ou acabar o que quer que seja", defendeu.
No entanto, foi esse o momento específico que mudou o destino da medalhada de prata no triatlo nos Jogos Olímpicos Pequim'2008.
"Não era o caso de eu querer lá estar. Se calhar veio-me ao pensamento 'poderia estar aqui'. Mas foi mais do tipo 'vou avançar para estar aqui daqui a quatro anos'. Mas, claro, estares a ver uma competição é o que te cria mais ambição para dar esse passo", reforçou.
De regresso ao triatlo, o mundo que a viu despontar, a antiga campeã mundial (2007) e cinco vezes campeã europeia (2004-2008) reconheceu que gostava de estar no desporto, no mínimo, mais dez anos.
"Não é no desporto, é na alta competição. Gostava de estar num nível bom. O desporto é uma escola maravilhosa. Muito mais que continuar no desporto, o meu objetivo é inspirar as pessoas. De certa forma, criar a minha história e tornar-me aquilo que quero ser", explicou.
Essas mesmas pessoas de que fala são aquelas que sempre a apoiaram e que hoje saúdam efusivamente a sua opção de recomeçar o caminho no triatlo.
"Quando parava perguntavam-me: 'Quando é que você volta? Faz falta. É tão bom vê-la?'. Era giro de ver. Houve alturas em que me irritava um bocado. É engraçado... eu dizia: 'bolas, não me deixam sossegada com isto'. Porque eu sentia que ainda não me tinha libertado. Neste momento, sinto que as pessoas, muito mais do que quererem ver resultados, querem saber como é que eu estou. Acho que elas querem apenas ver a Vanessa numa partida e a acabar, seja no lugar que for. É essa a ideia que me dá", contou.
A triatleta sente que criou uma empatia muito grande com o público português, que a encara quase como uma vizinha.
"Se calhar é um bocadinho de Portugal que eles têm com eles. Não sei. É algo que as faz sentir bem", concluiu.

Fonte: Record on-line

segunda-feira, 13 de março de 2017

“Mulheres e competição”

O Triatlo de Vila Real de Santo António realizou-se este fim-de-semana, 11 e 12 de março, muitas foram as atletas presentes, estas fazem parte da Escola de Triatlo do Clube de Natação de Torres Novas, e na prova feminina, Carolina Serra também esteve em destaque ao vencer o seu escalão de Juniores, e ao obter o 8ºlugar à geral, enquanto Joana Miranda também subiu ao pódio na 3ºposição no escalão de Cadetes, e Mariana Correia foi 10ªclassificada, sendo conquistado por estas 3 atletas o 4ºlugar por equipas, em Infantis femininos, Margarida Inácio e Bruna Barros foram 25ª e 29ªclassificadas.
Fonte: Escola de Triatlo do Clube de Natação de Torres Novas




domingo, 5 de março de 2017

“Mulheres na competição…”

Taça de Portugal de Downhill

Filipa Peres mais rápidos no arranque

A campeã portuguesa, Filipa Peres (MS Racing Portugal), venceu hoje as provas de elite na primeira etapa da Taça de Portugal de Downhill (DHI), em S. Brás de Alportel.

A concorrência forasteira não atemorizou a campeã nacional, Filipa Peres (MS Racing Portugal), que se impôs entre a elite feminina. A corredora portuguesa desceu em 2’59’’805, menos 4,141 segundos do que Blanca Julià (Mondraker-Vadebicis) e menos 5,487 segundos do que Sarah Crelin (One Vision Global Racing), que se juntaram a ela no pódio.

Fonte: FPC